David Terres

Hipnose Clinica ( mais informações clique aqui )

A hipnose clínica é uma maneira tradicional de tratamento complementar de doenças e problemas emocionais. Apesar de já ser utilizada a milhares de anos pela humanidade, a hipnose ainda é cercada de mistérios nos dias de hoje. No entanto, os excelentes resultados alcançados por profissionais especializados, comprovados por meio de estudos e pesquisas, fizeram com que o Conselho Federal de Medicina reconhecesse, no fim da década de 90, a hipnose clínica como ferramenta de apoio ao tratamento médico.

Desde então, a hipnose clínica vem sendo utilizada no tratamento de diversas doenças e distúrbios psicológicos, como anorexia, ansiedade, fobias, depressão e dependência química. A prática adequada da hipnose clínica pode alcançar resultados muito significativos em um período de tempo menor se compararmos a outras formas de tratamento.

Ficou curioso para saber onde e como a hipnose clínica atua em você ? Então, confira o texto que preparei para esclarecer todas as suas dúvidas. Confira!

Como funciona?

A hipnose clínica é uma técnica terapêutica que conta com a participação ativa dos pacientes, que precisam estar  relaxamento, entrando em um estado alterado de consciência total. Durante a sessão de hipnose clínica, o paciente permanece lúcido, no entanto, a sua atenção durante o atendimento é especialmente focada no objetivo que levou a realização da hipnoterapia.

Ao conquistar o estado de relaxamento, o paciente inicia um processo de diálogo com o profissional, que ficará responsável por conduzir o paciente ao ponto emocional que necessita de tratamento.

Onde a hipnose clínica atua no organismo do paciente?

Quando falamos que o paciente entra em um estado hipnótico, estamos nos referindo a condição mental em que o cérebro humano apresenta alta atividade psíquica. Por meio desse estado, alcançado durante as sessões de hipnose clínica, a pessoa desencadeia importantes reações cerebrais.

Também durante as sessões, quando o paciente está em estado de relaxamento, acontece o aumento da produção de neurotransmissores como a serotonina, que tem por objetivo liberar no organismo estímulos de bem-estar, sendo uma ótima aliada para o tratamento da depressão, por exemplo. Já a liberação da noradrenalina – precursor da adrenalina -,  ajuda a fortalecer o sistema imunológico do paciente.

Hipnose: opção para todos?

A hipnoterapia/ hipnose clínica não tem contra-indicação, tratamos pacientes de diferentes perfis. No entanto, há algumas pessoas que são mais propensas a alcançar os resultados de forma mais rápida.

Geralmente, quando a pessoa procura pela hipnose clínica para tratar uma dor, patologia ou problemas emocionais, ela precisa estar ciente que, para conquistar resultados significativos, é preciso estar aberto ao tratamento, já que a hipnose é realizada parte pelo profissional e parte pela colaboração do paciente em manter-se focado.

É também importante ressaltar que o diagnóstico das doenças é realizado, impreterivelmente, pelos médicos. Nós, hipnoterapeutas, não fazemos qualquer tipo de diagnóstico, o nosso papel é atuar de forma terapêutica a partir do diagnóstico realizado pelo médico de confiança do paciente.

E você, gostou do texto sobre como funciona a hipnose clínica nos pacientes? Aguarde o próximo artigo! 

David Terres

Hipnoterapeuta/Psicanalista

www.terapiacriciuma.com.br

Texto n° 2

Apatia, tristeza, problemas com a autoestima, ansiedade e angústia: esses são apenas alguns dos sintomas desencadeados pela depressão, doença silenciosa que pode acometer qualquer pessoa em qualquer idade. Com base em um levantamento feito em 2014 pelo do IBGE, a depressão atinge cerca de 11 milhões de brasileiros, tendo maior incidência nas áreas urbanas.

A maioria das pessoas acaba convivendo com a depressão de maneira difícil, com receio de procurar tratamento ou julgando não ser necessária a intervenção de algum profissional. Atualmente existem diversos tratamentos para a doença e a hipnoterapia pode ser uma forma complementar. Ficou curioso para saber mais sobre isso? Conheça seis formas de tratar depressão com Hipnose Clínica e aprenda uma nova maneira de ajudar seus pacientes com esse tipo de tratamento!

Identificar as causas

A Hipnose Clínica pode ajudar pacientes que sofrem de depressão a identificar as causas que levaram ao desenvolvimento da doença. Com ajuda da hipnose, o paciente fará um mergulho em si mesmo enxergando, com a ajuda do hipnoterapeuta, seus problemas emocionais mais íntimos.

Com base nessa descoberta, o paciente é incentivado a fazer pequenas mudanças em seu comportamento e pensamento que poderão levar a uma melhora no quadro.

Desbloqueio de lembranças

Muitas vezes a depressão é desencadeada por momentos que o paciente acabou bloqueando, tornando aquela lembrança inacessível. Com isso, o paciente não consegue ver de onde vem tanta tristeza e baixa autoestima, mas a resposta está dentro de si.

Utilizando a hipnose, o hipnoterapeuta você poderá ajudá-lo a desbloquear essas lembranças, levando o paciente a enfrentar seus medos e mostrando que é possível encontrar dentro de si força para vencer a doença.

Mostrar que o paciente é capaz de vencer a doença

A função da Hipnose Clínica é mostrar para o paciente que ele é capaz de vencer a depressão, apontando dentro de si pontos positivos e a força que ele não acha que tem. Com o tratamento, o paciente irá trabalhar dentro de si seus pensamentos negativos, encontrando uma forma de vê-los sobre outra luz.

Diminuição dos níveis de estresse

O estresse é o grande inimigo para quem sofre de depressão. A Hipnose Clínica provoca no paciente um estado prazeroso de calma e bem estar, fazendo com que nesse momento ele possa analisar melhor seus medos, problemas e enxergar em si o que precisa para uma vida melhor. É difícil, em um momento de estresse, tristeza e angústia, se ver de maneira positiva, mas com a Hipnose Clínica o paciente irá encontrar esse estado de tranqüilidade com mais freqüência, conseguindo um afastamento de tudo que lhe faz mal.

Conhecer a si mesmo

Muitos pacientes com depressão não conseguem se aceitar como são e nem mesmo se reconhecem no espelho. Com a Hipnose Clínica o paciente é convidado a se conhecer melhor e a se descobrir, como quem descobre uma pessoa que acabou de conhecer na rua.

O hipnoterapeuta irá guiar o paciente para dentro de si mesmo, enxergando seus defeitos, mas também suas qualidades, o que o torna único e merecedor de estar presente no mundo. O paciente começa a criar um laço consigo mesmo, amando-se mais e tendo mais carinho com quem é, deixando de se maltratar ou exigir demais.

Atuação diretamente nos sintomas

Outra forma de tratar a depressão com Hipnose Clínica é focar-se diretamente nos sintomas de maneira individual. O hipnoterapeuta irá guiar o paciente no controle de sintomas como a tristeza excessiva, ansiedade e a angústia, mostrando sempre que ele é capaz de se recuperar e de manter o controle de si mesmo. O profissional irá mostrar a porta, mas cabe ao paciente atravessá-la.

O tratamento da depressão com Hipnose Clínica é uma parceria entre o paciente e o hipnoterapeuta. Tendo em mente que é possível vencer a depressão e confiando no profissional, a doença poderá ser controlada. 

Tipos mais comuns de fobias

Veja abaixo os tipos mais comuns de fobias:

  • Acrofobia (medo de altura);
  • Hidrofobia (medo de água);
  • Claustrofobia (medo de espaços fechados);
  • Farmacofobia (medo de remédios);
  • Aerodromofobia (medo de avião);
  • Fobia social (medo de falar em público);
  • Odontofobia (medo de dentista);
  • Espectrofobia (medo de fantasmas). 

Como a hipnose trata medos e fobias

hipnose clínica vai à raiz do problema, vasculhando toda a vida do paciente, seus traumas de infância, suas experiências mais cruéis, guardadas no fundo de seu subconsciente e que ele mesmo teme enfrentar. O estado de transe em que se encontra o hipnotizado permite que ele sofra influências do hipnólogo, aceitando suas sugestões, que o induzirão à melhora. O estado alterado de consciência favorece a aceitação dessas ideias – atitude que, em estado normal, ele resistiria em aceitar.

Texto n° 3.

Hipnose clínica no tratamento de ansiedade, medos e fobias

A sociedade moderna vive afetada por vários problemas de ordem psicológica. Diante dessa realidade, aparecem diversas opções de tratamento, como remédios químicos ou naturais, prática de exercícios especiais, prática de meditação, hipnose, etc. A hipnose é uma forma de tratamento que vem se desenvolvendo e angariando a adesão de mais profissionais da área psicológica. Vou lhe explicar nesse artigo como a hipnose clínica pode ajudar a combater males como ansiedade, medos e fobias! Confira! 

O que é hipnose clínica?

Hipnose clínica é, na verdade, uma técnica de concentração profunda. Um dos primeiros médicos a usar técnica semelhante foi Mesmer, no século XVIII. Já no século XIX, Charcot, médico francês, usou, pela primeira vez, o termo hipnose. E o próprio Freud também fez uso dela em algumas de suas sessões. É um engano achar que, necessariamente, a hipnose induz ao sono.

A consciência entra em estado de alteração, mas de forma a imergir em determinados focos, que estão intimamente relacionados aos seus problemas emocionais e que serão sabiamente explorados pelo hipnoterapeuta. 

O que é ansiedade

A ansiedade é uma forma de medo. Com medo de errar, de falhar, de perder alguma coisa, a ansiedade aparece, manifestando-se por uma série de sintomas desagradáveis: coração acelerado; inquietação; tonturas; tremores; sudorese; instabilidade emocional; incontinência urinária; etc. A ansiedade surge como um alerta diante de possíveis situações, preparando-nos para enfrentá-las – nesse caso, ela é benéfica e recebe a denominação de ansiedade funcional.

Contudo, quando a ansiedade é desproporcional em relação às situações, configura-se a chamada ansiedade disfuncional, que precisa de tratamento. 

Como a hipnose clínica trata a ansiedade

hipnose clínica explora o nível emocional de forma a proporcionar maior relaxamento, libertar o paciente de seu contínuo estado de alerta, permitindo que sua mente repouse e os níveis de ansiedade diminuam até se estabilizar. Ela permite a dissecação do problema, determinando a origem do mal e eliminando-o. Uma vez a causa do problema descoberta e ressignificada , a ansiedade não volta mais. 

Medos e fobias

Há diversos tipos de medo. Alguns podem ser normais: medo do desconhecido, medo de entrar em uma rua escura, medo de subir em um lugar alto demais. Tudo se relaciona ao mecanismo de defesa do indivíduo em relação a determinadas situações. Entretanto, o medo pode tomar proporções exageradas e impedir que a pessoa leve uma vida normal. Clinicamente, esses medos são denominados de fobias.

Você conhecia o tratamento da depressão com Hipnose Clínica? Quer saber mais?

Texto n° 4

5 Dicas para combater a ansiedade.

Seria bom descobrir como diminuir a ansiedade?
A ansiedade nada mais é que um comportamento resultante de nossa adaptação evolutiva, já que, no ambiente hostil em que viviam nossos ancestrais, os indivíduos ansiosos acabavam tendo mais chances de sobreviver por estarem sempre mais preocupados e atentos a algum possível perigo. Porém, o que era uma vantagem evolutiva se tornou, hoje, um problema característico da modernidade. Curiosamente, o ser humano transferiu seus medos e suas preocupações para situações mais corriqueiras, o que ainda é potencializado pela rotina acelerada e pela falta de tempo para relaxar e se desligar do estresse diário.
Tudo isso transforma a ansiedade em um problema de difícil controle.

Se você tem dificuldade de lidar com essas preocupações, saiba que algumas medidas simples podem ajudá-lo a diminuir toda essa ansiedade e ter mais qualidade de vida! Então confira como diminuir a ansiedade:

  1. Pratique o autoconhecimento. Prestar atenção às reações do próprio corpo ajuda a entender quais são os gatilhos que desencadeiam uma crise de ansiedade. Já reparou que, como a maioria de nossas reações são extremamente instantâneas e rotineiras, sequer as notamos? Assim, tentar entendê-las é uma ótima forma de aprender a evitar o medo e a ansiedade. Dê atenção a qualquer enrijecimento muscular, a gestos instintivos de repulsa e face franzida. Quando perceber algum desses sinais, procure entender a origem da reação. Da mesma forma, note o que promove reações de relaxamento, uma vez que nosso corpo dá muitas pistas sobre o que acontece em nossa mente. Dedicar-se ao autoconhecimento certamente será útil para entender tanto as causas como os efeitos de suas reações.
    2. Dedique um tempo para você.Fugir da correria e curtir alguns momentos de introspecção é
    fundamental para conseguir desenvolver os sentimentos com os quais nos deparamos ao longo da vida. Vivemos em um ambiente de estímulo dos sentidos, o que acaba nos fazendo esquecer que precisamos também de calma e solidão para entrarmos em contato com nosso interior. Assim, reserve um tempo para ficar a sós, somente com seus pensamentos, para refletir sobre sua vida e seus objetivos. Esse mergulho em si mesmo o fortalecerá e afastará quaisquer preocupações infundadas que geram ansiedade.
    3. Organize seus dias.  O excesso de atividades e o acúmulo de funções são dois importantes fatores que geram ansiedade. Seja com as atividades do trabalho ou do dia a dia, geralmente estamos sempre ocupados e temendo não dar conta de tudo, não é mesmo? Mas ter uma agenda cheia não precisa ser
    sinônimo de preocupação! Tente organizar sua rotina de modo a antecipar seus compromissos e suas obrigações. Atitudes simples como fazer um orçamento doméstico e ter uma agenda organizada de acordo com a ordem de prioridades são ótimas formas de equilibrar as tarefas e otimizar o tempo, deixando menos espaço para preocupações.
  2. Controle a respiração. A respiração é a ação que controla nosso organismo, uma vez que leva
    energia a todos os órgãos, inclusive ao cérebro. Quando controlamos o ritmo de nossa respiração, obrigamos o metabolismo a trabalhar de acordo com essa cadência. Assim, movimentos respiratórios mais profundos e lentos dirão a seu corpo que é preciso desacelerar, trazendo mais relaxamento e tranquilidade. Se você prestar atenção, notará que, em momentos de ansiedade, sua respiração se torna mais rápida e superficial. Quando isso acontecer, comece a respirar de forma consciente, aumentando a profundidade e o tempo entre inspiração e expiração. Com esse simples ato, você acalmará sua mente e promoverá um relaxamento instantâneo. Faça o teste, experimente agora!
  3. Faça uma atividade física. Exercícios físicos são atividades que exigem foco e atenção, sendo preciso manter a mente concentrada para cumprir seu objetivo. E essa é uma forma extremamente eficaz de afastar as preocupações que causam ansiedade. Atividades que aliam os movimentos ao controle da
    respiração como yoga e pilates, por exemplo, trazem ainda mais benefícios para quem sofre de ansiedade, pois associa dois fatores que influenciam diretamente em sua diminuição. Mas além dessas há ainda outras formas de alcançar o bem-estar e a tranquilidade, diminuindo a ansiedade! Você conhece, por exemplo, hipnose? Pois saiba mais sobre o que essas técnicas podem fazer por
    você marcando um horário! E não deixe de voltar aqui para nos contar o que achou, ok?

David Terres
Hipnoterapeuta / Psicanalista
Reg. ILN 2002-03

www.terapiacriciuma.com.br

Texto n° 4

Tratamento de obesidade e hipnose: entenda essa importante relação

O tratamento de obesidade pode reunir diversas técnicas e todas elas precisam atingir a causa do problema que, muitas vezes, está relacionada com o nosso lado emocional. É claro que a falta de exercícios físicos e uma alimentação desregrada contribuem para o ganho de peso. Mas isso pode ser a consequência e não necessariamente a causa do problema. Dessa forma, existem diversos tipos de abordagem quando se trata desse assunto.

Pensando nessas novas possibilidades, no post de hoje falaremos um pouco sobre a obesidade, seus tratamentos convencionais e a sua relação com a hipnose. Vamos lá!

O que é obesidade?

Matemática é bem simples: se consumimos mais do que gastamos, haverá um acúmulo de gordura no tecido adiposo. A realidade atual é que as pessoas comem muito mais do que o corpo realmente precisa para a sua manutenção e realização de tarefas do dia a dia.

A obesidade é considerada uma doença e já é um problema público de saúde, pois acaba gerando vários outros problemas, como disfunções no sistema musculoesquelético e cardiovascular.

IMC

Para determiná-la, usa-se o cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC), no qual divide-se o peso do indivíduo pelo quadrado da altura do mesmo. Se estiver acima dos parâmetros desejáveis, podemos ter o diagnóstico de sobrepeso ou obesidade. Veja abaixo:

  • Abaixo do peso: menos que 18,5;
  • Peso normal: entre 18,5 e 24,9;
  • Sobrepeso: de 25 a 29,9;
  • Obesidade: igual ou maior que 30;

Quais são os tipos de tratamento para a obesidade?

Cirurgia bariátrica

Existem várias maneiras de tratar o paciente obeso e tudo vai depender da intensidade do problema. Por exemplo: se alguém apresenta obesidade mórbida, acompanhada de hipertensão arterial e diabetes, a cirurgia bariátrica já é indicada.

Dieta e exercícios físicos

Em casos menos graves, o especialista recomenda que ocorra uma junção de dieta balanceada — que deve ser prescrita por um nutricionista — e prática de exercícios físicos — acompanhados de um educador físico. Muitas vezes, alguns medicamentos específicos para as necessidades de cada paciente também podem fazer parte do tratamento, sendo eles prescritos por um nutrólogo.

Tratamento alternativo

Outro tratamento não muito convencional, mas que já vem sendo utilizado amplamente pelos seus bons resultados: a hipnose. É nela que vamos focar a seguir.

Como a hipnose pode ajudar no tratamento?

Bom, como disse anteriormente, nem sempre o ganho excessivo de peso está relacionado com uma deficiência metabólica ou biológica, como acontece no hipertireoidismo. Muitas vezes, o estresse, a ansiedade ou mesmo a depressão podem fazer com que os pacientes comam mais do que o necessário e é aí que a hipnose entra como tratamento para a obesidade.

Tratando o lado emocional enquanto causa da obesidade

A hipnose permite identificar e trabalhar em cima dos principais obstáculos que a própria mente impõe sobre a pessoa. Muitos se olham no espelho e não gostam do que ele mostra: para aplacar esse sentimento de tristeza, acabam comendo mais, porque a comida é algo que dá prazer.

Nesse caso, uma das coisas que deve estar alterada é a autoestima do indivíduo e uma sensação de impotência diante da situação.

Muitas pessoas já tentaram emagrecer inúmeras vezes e voltaram a engordar, mesmo depois de fazer uma cirurgia. Isso acontece porque o real problema — o lado emocional —, não foi tratado e a hipnose pode ser uma boa e nova opção para ajudar os pacientes a se livrarem dos quilos a mais, com um tratamento de obesidade diferenciado.

David Terres

Hipnoterapeuta / Psicanalista

Reg. ILN 2002-03

www.terapiacriciuma.com.br

Esta é uma dica do site www.bonsenovos.com.br para que você possa conhecer um pouco mais sobre ansiedade e hipnose clínica.

Ajude-nos a fortalecer o Site. Ao entrar em contato com a terapia criciúma diga que viu no site www.bonsenovos.com.br

Texto n° 5

Ainda há quem acredite que a hipnose não passe de um show, feito por pessoas que usam truques e entretêm o público. No entanto, essa informação está incorreta, já que a hipnose é uma técnica que pode ser utilizada para o tratamento de uma série de fobias, vícios e traumas. Quer saber mais sobre o que é hipnose e quais são suas aplicações? Continue a leitura do nosso artigo de hoje!

O que é hipnose?

Desde os tempos remotos da pré-história existem conceitos e práticas sobre o que é hipnose. No entanto, ela veio realmente a ser conhecida por meio do médico James Braid, que é conhecido como o pai da hipnose. Durante a Guerra Civil Americana, a técnica chegou a ser utilizada para curar soldados feridos. No entanto, com o passar do tempo, a medicina evoluiu, o que levou os médicos a optarem por outros tratamentos, como a anestesia.

Mesmo que tenha sido um tanto subjugada, a hipnose continuou sendo estudada, inclusive, foi utilizada por Freud, que fazia com que os pacientes se lembrassem da história do desenvolvimento da doença, usando o chamado método catártico de Josef Breuer. Quando o paciente revivia a cena traumática, ele liberava a reação afetiva que teve na época que viveu o trauma e que, por algum motivo, não tinha sido efetivada.

Freud se deparou com alguns problemas neste método, um deles foi o fato de que nem todos os pacientes eram hipnotizáveis. Quando conseguiu resolver a questão, ele optou por utilizar outros métodos, como a psicanálise. No entanto, a hipnose continuou sendo utilizada e desenvolvida por outros profissionais.

Quando a hipnose pode ser utilizada?

A hipnose pode ser utilizada para tratar problemas e modificar trejeitos do comportamento. Isso significa que ela é bastante eficiente para o tratamento contra o fumo, perda de peso, fobia social, gagueira, timidez, depressão e outros transtornos. Ela ainda pode ser usada em preparações para cirurgias, pacientes com medo do tratamento dentário, tratamento da ansiedade e até para auxiliar na preparação de provas e testes.

Isso tudo é possível, porque a hipnose é capaz de alterar a habilidade de percepção, fazendo com que o indivíduo seja aberto a sugestões. Assim como Freud percebeu, as pessoas são suscetíveis a esta técnica em níveis diferentes, sendo que o hipnólogo é quem determinará os métodos adequados para realizar o tratamento.

Quais os níveis da hipnose?

Existem diversos níveis de hipnose e todos nós passamos por alguns deles de vez em quando. Um exemplo é quando um motorista conduz o veículo e entra no piloto automático, sem ao menos perceber que estava dirigindo. Outro exemplo é quando estamos tão absortos em uma leitura que nos esquecemos do mundo ao redor.

Esses são casos em que estamos hipnotizados, sendo que a hipnose realizada por um profissional é mais aprofundada e também é realizada com as técnicas mais adequadas, para evitar danos psíquicos.

Embora ainda existam muitos mitos sobre essa prática, são muitas as vantagens de usar a hipnose nos pacientes. Afinal, esse método alternativo pode evitar que o paciente precise ingerir medicamentos, além de ser extremamente eficiente, de acordo com o grau de suscetibilidade do paciente ao método.

Hipnose Clínica

David Terres

Hipnoterapeuta/Psicanalista

www.terapiacriciuma.com.br